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Por: Juliana Lima
Estranho e desconhecido o mundo que habito.
Infindáveis loucuras não irão me permitir ir além da plenitude do acaso.
Sonhadores e flutuantes pensamentos,
alojam-se na perdição da minha mente.
Poesia e prosa compõe as idealizações,
de uma mera criatura pensante,
no seu momento angustiante.
Nada mais importa e nem faz sentido,
o normal fora descartado,por ser sem nexo,
e a procura do anormal torna-se incessante e viciante,
porque apenas assim a compreensão da vida,
poderá ganhar um novo sentindo.

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